"A menina que roubava”, de Max Dias, conta a história de uma menina muito esperta que, ao passar férias escolares na casa de uma tia, retorna diferente. Passa a ter ideias egoístas, independente dos males que possa causar. Entre as ideias egoístas estão: o “furto da manhã” e o “furto do Sol”. Para realizar essas e outras artimanhas, a menina adota estratégias mirabolantes, porém, com consequências nada aprazível às pessoas.Mas, a partir disso, aprende importante lição de vida. Max dias também ilustrou comigo o livro Cachinhos de Uva ;)

O Saci Pererê foi desterritorializado de seu habitat: a mata. E pela mão hábil do autor Luciano Nunes e territorializado na metrópole paulistana, onde foi curtir suas férias. Assim ele conhece muitos cantos da Cidade-Que-Não-Para, lendo os clássicos da nossa literatura, que Yara, sua mãe, o ensinara a ler. E é possível imaginar o Saci sentindo uma emoção como o medo? Sim, já adianto que é possível nosso pequeno valoroso endiabrado sentir medo ao entrar em um trem cheio de gente na hora do rush. Há tantas descobertas e sensações nesta aventuras, como por exemplo, refletir sobre o Evangelho. Pensamentos e reflexões que tem tanto cabimento quanto as peripécias só mesmo o Saci poderia viver e que neste livro serão narradas.

© 2020 por Thiene Magalhães

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